Frequência Fantasma – Indicações Netflix – #1

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Seja bem vindo você, ser vivo (ou não), a mais um episódio da sua rádio quinzenal dedicada a filmes de terror, suspense e derivados. Quem nunca quis ver um filminho na Netflix no fim de semana, ficou um tempão procurando e não achou nada interessante para assistir? No episódio de hoje, Sergio Junior e Pamela, começam uma série de 5 episódios (a princípio) onde indicaremos filmes de terror e seus derivados que estão no catálogo da Netflix. Será um formato diferente e por isso é muito importante que você deixe sua opinião aqui nos comentários nos dizendo se gostou desse serviço de utilidade pública que iremos fazer para os amantes da sétima arte sangrenta.

Envie seu material ou sugestões para o e-mail: frequenciafantasma@cronologiadoacaso.com.br

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Arte de Capa: Raphael Cravo – Site: http://www.cravo.ink

Filmes citados no episódio:

El bar (O Bar) : https://www.youtube.com/watch?v=PTazqyeYg3Y

Invasão Zumbi: https://www.youtube.com/watch?v=7n5zdZCLW1w

Hush – A morte ouve: https://www.youtube.com/watch?v=ozO_1RARiyU

The Babysitter (A Babá): https://www.youtube.com/watch?v=HnEmDdQZ1ow

Sergio Junior

Sergio Junior

Um mero amante do cinema de terror que sonha em compartilhar e trocar experiências relacionadas a esse gênero com todos.

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Hush – A Morte Ouve, 2016

hush

★★★★

O meu apreço por filmes de terror/suspense/thriller vai muito além do entretenimento. Desde criança me divirto com fantasmas, mundos destruídos, monstros, assombrações, mas acima de qualquer sensação penso que eu sempre tive uma curiosidade em compreender o medo. Sempre achei fascinante o nosso instinto de proteção ou até mesmo o horror do desconhecido, que vão desde situações novas até o próprio escuro.

Alguns filmes de terror conseguem transitar por entre o clichê e utilizar todos os artifícios já criados ao seu favor. É o caso do excelente “Corrente do Mal“, lançado ano passado. Isso mostra não só a força do gênero, como também a realidade: os filmes de terror possibilitam ao diretor, através do medo e apreensão, refletir sobre diversos aspectos da psicologia humana.

“Hush – A Morte Ouve” foi lançado pela Netflix – plataforma que vem surpreendendo bastante com os seus filmes – e, rapidamente, ganhou bastante estrelas no site. O filme conta a história de uma escritora Maddie que tem problemas de audição e vive em uma casa bem afastada da cidade. Em uma noite um assassino aparece e mata a sua amiga e, percebendo a indiferença de Maddie – pois ela não escuta o barulho nem percebe a presença do assassino – ele começa a fazer um jogo psicológico com a escritora até, de fato, matá-la.

Vale ressaltar que esse jogo psicológico, de certa forma, também existem em outros filmes, como exemplo cito o “A Invasora”, filme francês de 2007. Mas o diretor Mike Flanagan – que dirigiu outro bom filme chamado “O Espelho” – se preocupa com um detalhe que irá ser crucial para criar tensão: o som. A protagonista tem problemas de audição desde a infância, se comunica com a sua amiga por sinais e o espectador, desde o início, precisa se encaixar no estilo de vida silencioso da escritora. No entanto, os barulhos exteriores causado por ela – como pratos, celular etc – são ouvidos, ou seja, quem assiste o filme conhece os sons e a protagonista não. Quando ela está inserida em uma situação de sobrevivência, conseguimos antever as ações do assassino antes da protagonista, tão somente por causa dos barulhos. Além do mais, o pensamento imediato é que ela é inferior a ameaça, o que vai ser crucial para provocar o medo.

Nesse ponto, a edição de som é muito oportuna, por vezes fica distorcido, como se estivéssemos em plena viagem até nos transformarmos na isca, junto com Maddie.

Maddie é uma personagem tão forte que as suas limitações, no fim do segundo ato e terceiro, passam a ser um mero detalhe. A sua reação é de uma força inacreditável, nesse ponto o trabalho da lindíssima Kate Siegel é impecável, percorre momentos de medo mas sempre com uma segurança que conforta em momentos onde a tensão atinge níveis bem altos. O que era para ser um ataque fácil, vira uma guerra.

Kate Siegel assume, também, o roteiro. Bem realizado até o final, depois começamos a sentir uma pressa para terminar o filme e os acontecimentos se tornam bem artificiais. Felizmente a conclusão não apaga totalmente a brilhante construção da tensão e “Hush” é mais um bom representante do gênero thriller.

emersontlima

No fim, sou apenas um cara fantasiado de coelho que, durante o dia, coloca a máscara de homem e paga uma de intelectual com aqueles que exaltam qualquer manifesto de inteligência.

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CdA #43 – Netflix, ida ao cinema e download

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Esse é um episódio especial, gravado em cima da hora, sobre alguns temas pertinentes como o download, a ida ao cinema e serviços de streaming como Netflix. Será que é realmente errado fazer downloads? A ida ao cinema tem ficado cada vez mais complicada – por conta do alto preço e bagunça -, serviços como Netflix ajudam ou prejudicam o cinema?

Gravamos pelo Hangouts, iremos aqui disponibilizar o áudio em formato mp3 e, como complemento, o vídeo da conferência.

emersontlima

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