Frequência Fantasma #3 – Objetos amaldiçoados do Terror

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Seja bem vindo você, ser vivo…ou não…

Demorou mas saiu! No episódio de hoje batemos um papo sobre objetos amaldiçoados que aparecem em filmes de terror. Contamos suas histórias, curiosidades, lendas e falamos um pouco sobre os filmes nos quais eles pertencem.

Disclaimer: Nos perdoe o ruído ao fundo de algumas vozes, mas como comentado no nosso post anterior, a edição desse episódio não foi fácil rs.

Sergio Junior

Sergio Junior

Um mero amante do cinema de terror que sonha em compartilhar e trocar experiências relacionadas a esse gênero com todos.

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Cadê o Frequência Fantasma??? (Problemas técnicos)

Seja bem vindo você, ser vivo…ou não.

O podcast atrasou mas não deixamos vocês sem explicações!

Problemas técnicos com edição fazem parte da nossa rotina. Estamos tentando adequar o que achamos ser um bom conteúdo para vocês com nossa ideia de edição e com isso, é natural que aconteça esse tipo de problema, principalmente no início de podcasts. Porém, já acertamos essas questões e o 3º episódio será lançado o mais breve possível! O 4º episódio inclusive já está gravado e sendo editado. Tentaremos o máximo respeitar o período quinzenal de postagem

Não gostamos de simplesmente não postar o episódio e deixar vocês sem saberem o que está acontecendo por trás das cortinas.

Mas fica tranquilo… o Terror está apenas começando!

Sérgio Junior,

Sergio Junior

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Um mero amante do cinema de terror que sonha em compartilhar e trocar experiências relacionadas a esse gênero com todos.

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Frequência Fantasma #2 – Universos compartilhados no Terror

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Com o reboot de A Múmia e na véspera do lançamento de Annabelle 2, nos deparamos com o posicionamento de grandes produtoras apostando suas fichas na criação de universos compartilhados para seus filmes de Terror. O quão perigoso para os fãs do Terror essa ação comercial pode ser? Isso pode afetar e danificar a imagem dos clássicos monstros da Universal? O filme Invocação do Mal basta ou é necessário sim a criação desses universos? Eu, Sergio Junior, junto com a Pamela e o Lucas Levino vamos bater um papo sobre essa atitude das produtoras. Seja bem-vindo você, ser vivo…ou não, e vem bater um papo com a gente no segundo episódio do Frequência Fantasma.

Sergio Junior

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Um mero amante do cinema de terror que sonha em compartilhar e trocar experiências relacionadas a esse gênero com todos.

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Frequência Fantasma #1 – Por que amamos terror?

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Por que amamos os filmes de Terror? Por que sentimos prazer em assistir esse tipo de gênero? No primeiro episódio do Frequência Fantasma, uma nova opção de podcast no site Cronologia do Acaso, Emerson Teixeira (CdA – Cronologia do Acaso), Pamela Iavorka e eu, Sergio Junior, vamos indicar filmes para que você possa entrar nesse universo incrível de filmes de terror e dizer o porquê que esse tipo de filme tem sempre algo a mais a dizer.

  • Assine nosso Feed e ouça o episódio assim que ficar disponível para download!
  • http://feeds.feedburner.com/frequenciafantasmacda
  • Envie seu material independente para:
  • frequenciafantasma@cronologiadoacaso.com.br
  • Arte de capa: Raphael Cravo – Site: http://www.cravo.ink
Sergio Junior

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Shelley, 2016

Shelley 2016

★★★★

Shelley tem tudo para provocar o espectador, cria um clima soturno desde a primeira cena, a tensão se estende para os olhares, pequenos movimentos, enfim, o clima adentra o espaço da dúvida e a trilha ajuda a alimentar esse contexto sombrio.

Há muita comparação desse filme com o clássico “O Bebê de Rosemary”, de 1968, a influência é óbvia, no entanto nunca se desenvolve da mesma maneira. Aliás, é importante que aja filmes que estão dispostos a seguir o caminho dos clássicos psicológicos, é preciso abordagens diferentes, visto que o cinema de terror é inundado de clichê e sustos gratuitos.

“Shelley” é um filme dinamarquês, dirigido pelo estreante em longas Ali Abbasi – maravilha esses novos diretores do gênero que vêm surgindo ultimamente, todos extremamente corajosos e dispostos a quebrar as regras – e tem como história principal um casal, Louise e Kasper, que desejam ter um filho mas, mesmo com várias tentativas, não conseguem. Eles vivem em uma mansão isolada, aparentemente normal, e com a chegada de uma nova empregada chamada Elena, eles começam a ter uma relação de extrema confiança por conta da sua bondade e sinceridade, passando a vê-la como uma oportunidade de carregar o filho que eles tanto desejam.

O ritmo lento e contemplativo, unido com a trilha ameaçadora, lembra muito o outro ótimo filme lançado esse ano chamado “A Bruxa”; além do mais, outros dois pontos se assemelham bastante: a famosa divergências de opiniões daqueles que assistem e, por se tratar de uma obra diferente, creditam isso à uma pretensão por parte do realizador; E o papel de extrema importância da mulher. É evidente que o mistério se desenrola através da gravidez, algo extremamente sensível e de uma conexão extrema, e por isso é possível observar uma atenção especial para as personagens Louise ( Ellen Dorrit Petersen ) e Elena ( Cosmina Stratan ).

Ellen Dorrit Petersen, com sua presença eletrizante, dá a sua personagem uma frieza impressionante, com a expressão sempre serene, distante, parece se importar pouco com a sua empregada – que aqui mais parece um veículo – e o motivo constantemente parece nebuloso. Petersen já havia demonstrado os seus talentos no ótimo “Blind” que, no final de 2014, o coloquei na minha lista dos melhores do ano.

Quanto a Cosmina Stratan, com sua beleza angelical e a progressiva transformação, representa o espectador com todas as dúvidas sobre os acontecimentos, é assustadoramente impactante a transição da doçura, no começo do longa, e a raiva/obsessão do final.

“Shelley” promete e cumpre. É difícil se destacar em um cinema repleto de julgamentos, por isso é louvável a atitude do diretor em desenvolver uma obra que abraça alguns elementos já conhecidos, mas subverte com o silêncio e a incomunicabilidade, chocando pela diferença da narrativa, ambientação e performance das atrizes principais.

emersontlima

No fim, sou apenas um cara fantasiado de coelho que, durante o dia, coloca a máscara de homem e paga uma de intelectual com aqueles que exaltam qualquer manifesto de inteligência.

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