CdA #035 – A Pele que Habito

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Senhoras e senhores, no sétimo episódio do Cronologia do Acaso falamos sobre uma obra fantástica do diretor Pedro Almodóvar, A Pele que Habito!

O filme explora um universo sombrio, refletindo sobre criador/criatura e, mais do que isso, violação do limite da ética.

Para tentar revolver essa provocação, convidamos os Guardiões da Masmorra Marcos Noriega e Angélica Hellish (cinemasmorra.com.br/). 

Até a próxima quinzena!

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emersontlima

No fim, sou apenas um cara fantasiado de coelho que, durante o dia, coloca a máscara de homem e paga uma de intelectual com aqueles que exaltam qualquer manifesto de inteligência.

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  • Whinder Marcos Leite.

    Tem um poeta mexicano que disse: “O Homem não suporta a realidade, por
    isso ele gosta e odeia, cria e destrói, chora e ri, ama e mata”, parecem
    ser esses os homens e mulheres retratados por Almodóvar, eles chegam
    até nós através de suas paixões e desfilam diante de nós como em um
    palco. Nós por vezes nos identificamos com suas fraquezas, e até
    entendemos suas loucas reações, são as de uma pessoa perdida neste mundo
    louco em que somos atirados.

    • Emerson Teixeira Lima

      Ótima análise e oportuna citação. De fato, os personagens de Almodóvar são, no mínimo, peculiares.