Paranormal Witness ( S01E01 ) Emily the Imaginary Friend the Girl

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Pesquisando por algumas boas séries de terror para assistir, encontrei essa chamada “Paranormal Witness”. O que eu achei interessante é a narrativa, que se distancia daquele formato de investigação paranormal e, também, da história interpretada.

É feito no formato de um documentário, com os narradores – que vivenciaram os fatos (?) – e uma dramatização intercalando, de modo a criar um suspense e terror, com várias histórias macabras. Unido com o bom uso de efeitos sonoros e fotografia, temos um passatempo divertido para pessoas que, como eu, adoram uma paranormalidade.

A brincadeira que eu propus no twitter é a seguinte: assistir todos os episódios da primeira temporada, a noite, sozinho, colocar algumas considerações por lá e, na semana seguinte, postar aqui no Cronologia do Acaso. Então a primeira temporada tem seis episódios, nas próximas seis semanas terão postagens minhas sobre essa série.

Me acompanhem no Twitter e participe da brincadeira também! https://twitter.com/EmersonTeixera

Então vamos começar, ( S01E01 ) Emily the Imaginary Friend the Girl:

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Eu não sabia exatamente o que esperar dessa série, ao menos queria levar alguns sustos, até porque assistir coisas de terror é a minha diversão, eu não ligo para qualidade, desligo meu cérebro e me entrego mesmo as sensações.

Então me deparei com um documentário – por incrível que pareça eu consegui não pesquisar nada sobre ela antes de ver – e achei isso interessante. A introdução nos situa em Baltimore, 2008. Acompanharemos os relatos de um casal que se muda para uma casa com a sua filhinha adorável, a menina começa então a apresentar “sintomas” de quem tem amigo imaginário.

Ela tem uma amiguinha chamada Emily, e começa aquela velha história, acenos para o nada, risadas inesperadas, sermões pela amiga imaginária estar fazendo algo errado etc. Mas confesso que a maneira que isso é contado, bem como a atuação da menininha, fazem a primeira parte do episódio ser realmente muito bom.

Entrei no clima para ver o episódio, comecei a ver 00h00 e solitariamente no computador me senti observado, então realmente cumpriu o seu papel. Covardemente eu fiz algumas pausas para escrever no Twitter e usei isso como pretexto para, também, beber uma água.

catsClaro, as narrações das pessoas que “viveram os fatos assombrados” são tão bem interpretados, que dificilmente é verdade. Mas o que vale é a brincadeira. Eu acredito que quem define quão bom o filme/série de terror é, é justamente o espectador, que cria com sua imaginação os espaços deixados com a história. Todo gênero é assim, na verdade, mas o terror tem um gostinho especial.

O destaque fica por conta da menininha, a Isabella, quem a interpreta é uma atriz fofinha, que sabe fazer uma cara de malvada, sinistra ela.

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Os episódios, pelo que eu andei lendo, são de no máximo 45 minutos, esse primeiro segue essa regra. Então até os 30 minutos temos essa história da casa mal-assombrada e, a partir dai, começa uma outra. Vale ressaltar que a primeira finaliza de uma maneira bem corrida e chata, diferentemente do início que é muito bom.

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A segunda história é sinistra também: Uma mãe sai com sua filha e um amigo, eles vão na igreja. No caminho para voltar para casa, a noite, em uma estrada deserta, eles passam e avistam uma menina na beira da rua. A filha – jovem e meio rabugenta – pede para a mãe voltar e ajudar a garota.

Eles chegam bem perto e ela desaparece. Bem, mais uns dez minutos a frente eles reencontram a mesma menina, o que seria humanamente impossível, visto que estão de carro e relativamente rápido.

Até ai tudo bem, parece algo bem “comum”, um dejà vú poderia explicar – apesar que pessoalmente eu acho muito bizarro dejà vú – mas o tenso mesmo é que a mãe para o carro do lado da menina misteriosa, a filha nesse momento tá morrendo de medo e se abaixa no banco, chorando, e oferece ajuda para a menina. Quando ela vira, acontece o seguinte: ela não tem rosto.

Essa segunda parte é bacaninha, mas não chega aos pés da primeira. Evidentemente o fator tempo é crucial, tendo a primeira bastante tempo para desenvolver um clima, incluindo uma rápida possessão, objetos voando etc.

Mas, não deixa de dar um certo arrepio. No fim, recomendo esse primeiro episódio e estou ansioso pelos próximos, só estou esperando uma outra boa oportunidade para ver e entrar no clima.

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emersontlima

No fim, sou apenas um cara fantasiado de coelho que, durante o dia, coloca a máscara de homem e paga uma de intelectual com aqueles que exaltam qualquer manifesto de inteligência.

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